Somos o Universo olhando para si mesmo, em si mesmo. Somos um!

Nosso potencial de criação


dna-tecnologico

Não existe diferença essencial entre vida e inércia, exceto pela intensidade da consciência e da concentração de informações, mas existem infinitas formas de observação para o momento em que a criatividade inerente à atividade do ser é acionada. Crer para ver não é uma questão de fé – é o mecanismo de criação de uma manifestação no concreto.

Cada pensamento, cada emoção ou cada expectativa causam uma mudança no campo da realidade que experimentamos (ou ativa o computador cósmico), pois a tecnologia para criar as mudanças se encontra na mente humana. O cérebro é o emissor e o receptor da energia mental, e a mente é um fenômeno não localizado, uma qualidade inerente ao campo. Seria o hardware e o software de um computador.

No domínio do conhecimento quântico, no mundo das partículas das quais somos feitos, não se pode ter uma objetividade completa, se o universo determinístico newtoniano ruir completamente. Por outro lado, vivemos num mundo de manifestações; em latim, a palavra “manifestação” literalmente quer dizer “aquilo que pode ser segurado pelas mãos”.

No entanto, hoje, a ciência nos demonstra que o que não podemos ver ou tocar é muito mais real


do que tudo que podemos experimentar através de nossos sentidos, verdadeiros filtros criadores de ilusões. É chegado o tempo da gestão da energia, invisível aos olhos humanos, mas que permeia todas as nossas ações.

No passado, havia apenas a preocupação da sobrevivência, da manutenção de uma posição, ou da luta pelo poder. Hoje felizmente, grande parte das sociedades no mundo inteiro está buscando soluções e mudanças profundas de dentro para fora, incentivando a criatividade, ajudando as pessoas a encontrar e compreender o significado do que fazem, facilitando, dessa forma, as relações e as conexões entre os segmentos de vários níveis. Operando em conjunto, estamos finalmente percebendo que nos tornamos mais produtivos quando colocamos a energia da criatividade dirigida para o prazer, para não dizer “amor”, naquilo que fazemos. É chegado o momento de inaugurarmos uma nova etapa, dando um salto quântico em direção à criação de um novo mundo, mais harmônico e feliz.